domingo, 30 de setembro de 2007

A verdadeira evolução humana!


Hoje bateu uma saudade da minha infância, mas de uma forma diferente.Senti falta do meu modo de pensar em relação a vida.Eram sentimentos tão genuínos.A vida por ela ser tão atroz, me refreou.Sentei em uma árvore que sempre costumava ir quando criança.De repente me peguei cogitando os acontecimentos daquele tempo.Me lembro como se fosse hoje... Eu tinha uma boneca que se chamava Amélia, era a minha melhor amiga. Costumavamos conversar muito. E um dia sentada na árvore que tanto gostava, fiquei impressionada com os adultos...muito! Parei e fiquei observando por horas e horas. Andavam dispersos,preocupados, com o olhar remoto e triste. Brigavam por motivos levianos e, para mim aquilo não passava de uma simples simulação.
Sempre dizia para amélia que se eles amavam um ao outro então não tinham motivos de desavença, de conflitos entre si, é tão evidente,só pedir desculpas e pronto, ficaria tudo muito bem,obrigado! Então expliquei aquela situação para amélia sobre os adultos e perguntei se ela sabia o porque de tanta disperção e de tantas brigas e, ela me respondeu com uma simples frase.
Amada amiga você é tão ingénua, tão pura, gostaria que você continuasse com essa feição,mas infelizmente não vai,você logo logo vai entender o que eu estou falando quando se tornar uma adulta.Eu fiquei sem entender, julguei que ela estivesse ficando insensata. Enfim...desconsiderei aquele assunto entrelaçado deixei para trás e continuei brincando com amélia. Até que, os dias foram passando e eu fui crescendo,crescendo,crescendo... E hoje sou uma adulta com todas as respostas na mesa. E nessa minha longa caminhada até aqui, eu vejo com limpidez e até me tenho como exemplo o porque dos olhares obscuros daqueles adultos. Aprendi o que é a mentira, a hipocrisia,a ganancia...tantas coisas enigmáticas,nocivas... A justiça,essa que eu dava tanta importância, já não sei o que é mais. O amor, as pessoas desconhecem,pois o ódio passou por cima atropelando, literalmente.
Hoje ando triste, com o mesmo olhar que eu não conseguia distinguir quando criança.

Vanessa Camila.

Da janela do castelo

Este é meu primeiro post por aqui, apesar de ser principiante com todo esse "glamour" de ser aciduamente lida por pessoas que se interessam em meu trabalho, escrever para mim sempre foi prioridade, prazerosamente escrevo a lápiz quase todas as noites. Prazer,Mirella Souza, se labuzem em todo o meu lirísmo.



Do quarto de sempre,do pequenino e simplório quarto aquele que tem a janelinha virada para o "castelo" fiz as malas,coloco a última peça de roupa na mala; fim do filme. Me sinto perdida na mutidão, costurando retalhos de detalhes de você, em cada homem, mulher , ser vivo que esbarro; o olhar pleno e perdido de um, o andar de outro, folhas brotando me trazem de volta a sensação da folha de esperança que outrora nasceu em mim em terras que eu achei que já não seriam irrigadas novamente, e nessa chuva, a sensação térmica é bem inferior a temperatura,as lembranças atormentam como gotas de água caindo calmamente mais sem fim...
Esse peito,na verdade, é infinito.
Mas de fato sensação de previlégio, capaz de sentir um amor que muitos jamais irão sequer entender, um amor que mudou os meus paradigmas, contudo, um amor que bate num peito pequeno,capaz de amar e desejar apenas uma pessoa, que pequeneza a minha, tão diferente dele " um ser que absorve e transpira amor" talvez ninguem consiga entender a sua imensa capacidade de amar...





Mirella Souza.

sábado, 29 de setembro de 2007

Olá, que bom que você veio.

Antes de mais nada, obrigado pela visitinha.
Entre e fique a vontade!
Não precisa pedir licença..basta entrar e se sentir em casa.
Será o "nosso espaço" onde tudo nos pode acontecer!


Dada a largada!