quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Somos nós que determinamos
o nosso próprio caminho.

A vida ela é feita de escolhas.

Sua mente e sua conduta
trabalham juntas para que você
exceda e consiga alcançar
todos seus objetivos mais remoto.

Se sempre estás pensando
em coisas negativas, pare e reflita,
você que deu asas a esse sentimento,
consequentemente, você seduz as coisas
negativas para sua vida e para si mesmo.

A sua mente é um prelo só seu
ela que conduz todos
os seus passos.

A realidade não existe
o que existe é o que criamos
para nos sentirmos bem.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Não tente respirar a solução quando não alcança-la.
Ela vem quando você menos esperar.
O tempo que é o filho da razão é o irmão da solução.
A solução e o tempo caminham de mãos dadas,
nós, os seres concretos, apenas aguardamos.
Enquanto nos aperriamos, eles, os abstratos estão trabalhando.
O aperreio é o nosso inimigo. Lance, Jogue, Atire-o.
Ele se perderá nas entrelinhas de outro verso.
Se esqueça de uns e lembre de outros.

sábado, 20 de outubro de 2007

Eu tenho um amor guardado aqui dentro de mim, só meu. Se eu fosse vazia não conseguiria escrever coisas lindas, como agora, por exemplo. Talvez esse seja até o lado bom, jogar tudo numa folha, como um resto de um resto. Essa parte é só a introdução. Estou respirando fundo, pois ainda, nem sei por onde começar, to meio perdida, essas palavras às vezes me confundem muito. Quando digo que esse amor é só meu, não é que, eu queria dessa forma. Pelo contrário, queria muito compartilhar esse sentimento tão forasteiro com um alguém que eu desconheço, talvez seja essa a necessidade que me deixa assim, perdida. Mas fui submetida a aceitar desse jeito. Tal que, isso tudo se resultou em uma triste solidão. E ultimamente, ando abraçada com ela. Mas quem ama, consequentemente vai abraçá-la. Enfim não era isso que queria escrever, era algo mais além. Mais profundo como o que estou sentindo agora. Talvez eu não esteja apta para escrever, estou mesmo é precisando sair. Ir pra uma praia, talvez... Contudo essa praia teria que está despovoada, apagada, escura. Uma escuridão que nem eu mesma consiga me enxergar. Lá sim, conseguirei me alcançar. Mas o que me conforta um pouco é saber que ele passa, aliás, tudo passa. É algo que nem cabe dentro do meu próprio corpo. Sinto falta de algo que sempre esteve em falta comigo, isso seria o amor? Aí me vem à pergunta, como pode? Será que o ser humano gosta mesmo disso? Acho que sim. E como podem gostar de algo que só machuca, só machuca...? Acredito que o amor estava fechado a oito chaves, e um curioso foi lá e simplesmente abriu. Mas ele me conduz, e como disse ele me faz escrever coisas lindas, o amor é radicalmente lindo. Um sentimento que nos deixa completamente presos, inertes... Dói um pouco. Mas quem nunca amou, nunca vai passar por essa dor tão encantadora. Depois que a ventania passa agente vê como foi tudo muito lindo.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Voltando...

Estou indo. Falta algo, talvez seja um rastro. Pego a fotografia, dele e dela. Vou agora. A lágrima desce, contornando todo o meu rosto. Fecho a porta do lugar que, me acolheu e me entendeu todo esse tempo. Jogarei a chave no mar. Adeus... O vento agora está violento, tentando inutilmente me fazer desistir e desandar. Ele me faz chorar lágrimas secas, trazendo consigo lembranças tristes. Corro, corro, corro... Meu cabelo agora está bem-aventurado, ele canta, ele dança... Estou tão cansada, perdida... Está ficando cada vez mais difícil de chegar. A alma pula saltitante desesperadamente, por entre os becos da escuridão. É uma sensação perturbadora, como se estivesse me faltando ar. Não quero voltar pro fim, não quero, não quero... Preciso voltar. Preciso tentar. Tenho que encontrar o começo. Preciso me entender, preciso voltar. Consigo vê alguém, é Homero? Sim, o próprio. Vou mais adiante e encontro os australopitecos. Mas o que está acontecendo? Estou voltando pra o começo da história? Não quero isso. É muito pouco... Voltar tudo isso e, saber que sou apenas um macaco, cabeça-seca? Não, não, não... Estou decepcionada. O desespero agora tomou conta de mim. Quero algo muito mais profundo. Algo mais carregado. Como farei. Tenho uma necessidade enorme de me encontrar. De me entender. O que vir fazer aqui. O que sou. Pra onde vou.

As lágrimas continuam queimando todo o meu rosto.
Mas não desistirei assim, tão facilmente.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

E o ocultar...

Teria eu que te dar um codinome?estou eu então a trabalhar um bom codinome para ti.tanta felicidade guardada dentro de uma caixinha.teria você vontade de abrir a caixinha?ta tudo muito espremido la dentro.

Teriamos nois que comprar uma caixinha maior?essa linguagem coloquial ja não funciona .sei que é um caixinha muito simpatica e enfeitada com as cores que eu gosto!mais na caixinha só tem isso que me agrada...as cores.preto e branco.
eu quero abrir...
a boca...
os braços...
as pernas...
e a caixinha.

A verdade é crua e ja esta escarrada meu bem...o fato é que não quero sentir no meu útero sendo gerado um filho que não seja teu.

E agora fugir do meu jeito...
de deixar tudo claro nas entre-linhas.

Ultimamente ela tem fugido de muitas coisas mais ela tem procurado deixa-lo seguro.mesmo ela não estando segura.

E apesar da mocinha gostar de filmes antigos.apesar da menina ver glamour em preto e brancoas cores e novo agora seria o melhor.

Este é um de meus textos preferidos,ele não foi feito agora,como quem vem e se inspira,foi feito em um momento especial e faz parte do meu diário pessoal,ele é meu "tesourinho" .


Com todo carinho,

Mirella Souza.

domingo, 14 de outubro de 2007

Entendendo-nos.

A sombra é o reflexo da alma,
já a imagem que você vê
no espelho é apenas,
a capa que forra ela.

Uma capa oca,
porém cheia de formosura.

Não tente se entender diante do espelho...

O espelho é artificioso.
Tenha muito cuidado.

Procure se entender
em uma de suas sombras
abafadas...

Quando encontra-la
converse em silêncio
com ela.

Contudo, entenderás de fato,
quem tu és...

Tresvario

Linha de carretel.
Desenrolei.
Enrolei de novo.
Desenrolei.

Livro.
Li lentamente.
Fechei.
Li novamente.
Não fechei.

Sentei e descansei.
Descansei e levantei.

Fui embora...
Voltei.




Fui de novo...









Mas não voltei.

sábado, 13 de outubro de 2007

Escrevendo...

Escrever é um modo singelo que, achei para desabafar comigo mesma. Pondo nas simples folhas de papel, tudo o que estou sentindo. São aqueles sentimentos que ficam presos e, quando escrevo é como se estivesse libertando-os. Porém, escrevo não para ser reconhecida como uma sábia e nem tenho essa pretenção, são apenas escritos, um diário de uma vida ameaçadora. Existe uma outra pessoa, um outro eu dentro de mim e, é escrevendo que vou lhe reconhecendo, lhe entendendo. Escrever é desafio, e gosto de desafios. Principalmente escrevendo, pois, estou desafiando o meu próprio eu. Quem escreve tem um dom e não veio à toa ao mundo, veio com alguma missão. Escritores são sensíveis e, entendem aguçadamente o que de fato é a vida. Eles simplesmente não passam pela vida como um barquinho de papel vazio perdido no meio do oceano pacífico. É algo bem maior que isso, algo mais denso.

E pra mim, o mais sábio não é o que escreve e sim o que lê.


Vanessa Camila.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

A dor da falta




Tenho tentado por inúmeras vezes me perder dos meus próprios pensamentos que insistem sempre, em me conduzir até você. Luto habitualmente contra os meus ardentes anseios. É tão triste, uma dor tão vazia e exorbitante. Ando perdendo aos poucos os encantos da vida, consigo sentir... Está tão longe. Meu corpo sem o seu, não é um corpo, é apenas uma carcaça seca e podre. Ele simplesmente tem sede de você. Preciso me acostumar a viver sem sua voz meiga acompanhada sempre de belas palavras, sem seu cheiro singular e o mais difícil vai ser o seu tato que é tão saboroso. Porém, tudo é questão de tempo que, aliás, o mesmo é muito sevo comigo, chega às vezes a me rasgar por dentro de tanta expectativa e nostalgia. Você levou o meu tempo amigo. Por fim dormirei insondavelmente, pois o sono me envolve e contagia na ilusão de não ser,
até ser dia.


Vanessa Camila.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Nem tudo é óbvio e raso.

E sigo com a leve impressão,de que baby minhas poesias tem um toque de dor.Melancolia, hó essa seria inevitável...

contrastando com os problemas do mundo, embarco de zepelim contente e saltitante no mundo dos aeróplanos,dançando e quase explodindo de amor,no mundo das minhas fantasias. Se o amor no entanto,é fantasia,eu me encontro ultimamente em pleno carnaval,e de amar assim,amiúde é que me amedronta que em teu corpo macio de repente hei de morrer,esse é o destino de quem ama mas do que pode.Nós nunca temos permissão,mas mesmo assim vamos e ultrapassamos qualquer possibilidade,coisa mas caótica e apaixonante,amor este que é combustível assim como gasolina,por isso ele pode viver neste ritmo,para sempre,contigo dançaria dois a dois.Agora, exímia, danço sozinha; e enquanto danço sei que estou chorando sem lágrimas. Te imagino batendo o pé esquerdo no compasso - por que choras, meu bem ?Dizem que só dançam sozinhos aqueles que choram sozinhos.Entre a dor e o vazio, prefiro a dor,quis morrer ao descobrir que poderia respirar outras pessoas.Os meus olhos não se cansam de esperar um milagre, você o fará? Desculpe, mas não consigo conter as palavras, estou transbordando...

nem tudo é óbvio e raso.



Mirella Souza.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Vanessa lendo Mirella.



Ler mirella é mais ou menos entender um pouco pra onde vai o amor... Com nitidez e com aptidão agente consegue abarcar nesse legendário mundo dos sonhos encantados, em que tudo fica muito esplêndido. Digo-vos isso por legítimo tirocínio. Vamos dizer que, os escritos dela são experiências conturbadas e que ela vai anotando tudo em uma folha de papel. Enfim, ela escreve com o coração.
‘’Sinto-me perdida na multidão, costurando retalhos de detalhes de você, em cada homem, mulher, ser vivo que esbarro; o olhar pleno e perdido de um, o andar de outro, folhas brotando me trazem de volta a sensação’’.

Quando se está amando ficamos conturbados, loucos, o amor nos torna às vezes um pouco daquilo que agente não é, e ficamos submetidos á isso. É como se faltasse algo muito desmedido dentro de nós. E o tempo vai passando pausadamente quase parando. É vontade de chorar, de sorrir, de cantar, de dançar, de pular. Os pés já não conseguem alcançar o próprio o chão. O juízo? Amigo, o juízo voa longe muito longe.
‘’Um amor que mudou os meus paradigmas, contudo, um amor que bate num peito pequeno, capaz de amar e desejar apenas uma pessoa, que pequeneza a minha, tão diferente dele “um ser que absorve e transpira amor" talvez ninguém consiga entender a sua imensa capacidade de amar... ’’
Ame, ame e ame. Até a ultima gota. Se jogue sem medo de cair no chão.

Mirella lendo Vanessa.


Resolvemos por fazer este trocadilho, neste emaranhado de diferenças,sigo com o meu estupefato diagnóstico, de que ler Vanessa; além de ser quase que uma lição de vida, é maravilhoso, ela fala do cotidiano,como costumo dizer;de fato são FATOS. No entanto, estou sempre disposta a ler textos e poesias de qualquer um,sempre estou me reciclando,e tentando ampliar meus horizontes, encher-me de novos sentimentos, ai é que está a comparação com vanessa, os meus escritos por um exemplo,falam de uma só coisa,e é o que geralmente vejo por ai, Vanessa é diversificada e apesar da pouca idade fala do mundo e seus problemas como alguem que já viveu tanto, usa palavras simples e passa mensagen que realmente tem valor,não usa da hipocrisia das palavras pra dizer o mesmo de sempre entendem?

Por fim, está parceria aqui feita está a me dar muito orgulho,acho que este blog é capaz de agradar a todos, vanessa engajada com arte popular, e caminha nos espinhos do realismo,não preciso também usar de muitas palavras para que percebam que ela é talentosa, até porque isso aqui não é uma forma de convencer ninguem de nada,é como o título diz, Mirella lendo Vanessa.
Gosto de brincar com as palavras, e abusar de um português simples,e de falar tudo "claramente" nas entre-linhas, não sou de vênus, nasci na terra, o grande milagre do amor! embora tão diversificada;dançamos juntos no carnaval das gentes.

Abre alas que eu quero passar!
É, liberdade,essência perigosa...tudo é muito suave na flora dos amores, topamos com corações mendigos,tão moços e esmolando...

Eu? eu saída aventura! fugi da aventura!
agora rolo na ânsia da fabulosa plenitude, o problema é que eu amo demais pasando da conta,amo bonito.O trem continua rápido,para em cada estação,me penteio no espelho,você mudou bastante, NO ENTANTO ERA UM DESCONHECIDO.



Mirella Souza.