sábado, 28 de fevereiro de 2009

(tran)quila's

Tranqüilas. As águas de sais permanecem tranqüilas passando entre as faces que correm. Vão migrando até seu curso destinado, caídas pela monotonia dos olhos e o Rio transborda a calmaria. Felicidade tranqüila, duas partes designada pelo pensamento voltando a ser princípio. As lágrimas calmas resistem em sorrir, rindo amarelo, azul, arco-íris, ficando imune a tristeza dos dias calmos, vozes calmas, vozes certas que de certa forma acalma, visões de rios, de risos, de lágrimas, prazer. Vozes da calma, da alma, da dor de amor. Nessa nervosa calmaria do dia-a-dia com os pés flutuando pela ponte de rios, visualização calma por nervos dos tempos, com ventos soprando devastações de dentro, de dentro...


Parô!


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