quarta-feira, 27 de maio de 2009

Fragmento III

Suzane bateria estridente em pleno aquário
Sinfonia de tambores surdos
Com notas mudando seu itinerário
Esticando as cordas da pureza
No braço de um violão de aço
Vozes com ruídos
Trazendo-me aos ouvidos
Melodias brandas, limpas e findas

Rindo do esquisito
Mostrando tudo que há de bonito
Em uma face quase indivisivel
Com energia tirada dos pés
Estremecendo os olhos de quem a repara
Vibrando as palavras ao serem ditas
Fazendo ruir pérolas de chuva
No momento de desatino.



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