sábado, 13 de junho de 2009

Elementos vivos

Na visão do infinito, óculos de plásticos, lente de metal olhando ao redor do vão escuro da noite sombria. Ocular por duvidar de si, perante dois olhos malditos, inoculados a cada raio vindo do breu num instante inesperado. Escapamento de luz obscura, obscura clara refletindo insegurança com o olhar e maldade vista com o próprio. Sombra de dois reinos visíveis ao notar os seus castelos, muros postos à frente de cada batalha seguindo passos ao esquisito. Revirando mentes sem precisar agir apenas em campo sem precisar lutar (revirando mentes sem precisar fingir apenas em campo sem precisar agir). Dissemina tua total dor e não te ver como inimigo. Embate de corpos minados por explosões de desejo de um só. Urânio, urânio, urânio. Uma bomba de desgraça sendo usada sem inimigo, demolindo a base incorreta do corpo, da carne. Desmoronam-se tudo!



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