sexta-feira, 19 de junho de 2009

Renascimento

Quando das pétalas humedecidas, nasceu o desejo de te amar,
o sol contrariava radiante com cada feixe perfurando sua vaidade.
Retraída, encolheu-se e não quis por fim, despetalar a sua essência mística inusitada. Ao seu redor o brilho que dava vida ao desalento, não conseguia chamejar sem o doce aroma das roseiras vermelhas.

Na calada da noite serena, a lua convidava-as para fazer-lhe companhia, mas as pétalas não respondiam, estavam com ar de insignificância.
A lua amarelada berrava, despertando todos naquela noite estrelada.
Menos elas, as simples e belas pétalas.

Quando das pétalas humedecidas, nasceu o desejo de te amar,
o sol alimentava as suas doces esperanças, dando forças para o despetalar da emoção do grande desejo do amor, da valsa sublime perene no ar.
A essência nunca sentida antes, abriu aos corações pequenos, pondo vida nas perdidas vidas e um rastro de brilho nos labirintos esquecidos.

A lua satisfeita, nunca fora tão magnífica, tão sublime. A noite encantava aos que passavam por ela, era como uma música suave, era como sentir a paz infiltrada no vento quente e macio, era a liberdade da alma,

era o amor plantado no chão verde!

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