quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Pedras saltitavam no rio-mar, no interior do coliseu, tentavam sair de alguma forma de dentro dele. Eram muitas às pedras, pequenas demais para ele, mas elas não queriam saber, queriam sair. Um dia um furação se aproximou e veio arrebatando tudo existente no coliseu, até às pedras. Hoje elas estão soltas, mas completamente perdidas, acostumadas com a monotonia interna, elas, não se adaptam aos turbulentos dias iguais. Se espalham nele, se misturam com o vento e penetram em paredes de concreto fixando-se e perfurando-as.



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