terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Como num conto, um conto que não é de fadas, ele apareceu...

E com a sua beleza discreta,
deu ao céu a luz da felicidade
deu a terra a semente do amor
deu ao mar o sal da piedade
deu ao ar o aroma da paz
deu a vida um pouco mais de vida!

Enraizou-se entre meus devaneios
Fazendo nascer suspiros de prazer
Pelo simples prazer de sentir...
Enquanto que a alma, na leveza dos pensamentos
Rodopiava saltitante, dizendo:
- Vendo alegria! Vendo alegria!

Em busca de um pouco de esperança
Atrás dos seus lindos olhos, eu fui
Como quando, a vontade de querer ir ao céu...

E foi na imensidão de toda beleza que há na terra
Que colhi todo o meu carinho...

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