sábado, 2 de janeiro de 2010

Partes de uma parte.

O começo disso tudo não foi nada convencional.
Parte um:
Amigos numa mesa de bar na sua constante boemia, conversas. Me chamaram para o respectivo antro habituado por eles. Certo. Vou sim, vou sim. Uma mini pessoa chamou minha atenção do nada, músicas. Eu já a tinha visto antes, mas nada demais. Emaranhada a outrem, eu, me vi em expansão, minuciosa expansão que penetrou no lugar certo, que não viera a ser de costume, mente, mente, mente. Primeira coisa que fiz foi rondar. Ah! Como eu rondei. Digam-me isso, digam-me aquilo, e basta! Deve ser coisa de minha mente. Como posso, estou emaranhada. Mas a mente que de confusa estava ficou ainda mais ao pressentir que estava certa, espertamente a mente tratou logo de se abrir, deveras abriu e fez de um pensamento a sua mudança.
Parte dois:
Investimentos. E rapidamente obteve com êxito o que esperara. Diga-me o local e a hora, sim. Estranho! É isso mesmo, uma estranheza magnificamente devastadora. Amoleci, de fato, amoleci. Fui logo contando o ocorrido ao emaranhado, peso, dúvida suprida de alivio logo após. Investimentos novamente, dessa vez sem êxito, sem pressentimento, sem ninguém.
Parte três:
A espera. Mais que castigo deplorável de um lado, e mais adiante resquício de um erro gritante das investidas. Sopro, vento e o tempo seguindo o seu percurso previsto. De um lado, a paciência se esgota, do outro, o começo da paciência advertida por errar torto. Parou! Parou tudo, o sopro, o vento e o seu tempo. De um lado, respostas, do outro, resquício de um erro ainda contido. O tempo acabou. Resposta na ponta da língua. E o relógio começa novamente, lento.
Parte quatro:
Descanso. Começo, sempre bom, o começo. Primeira, não. Segunda, bola fora. Terceira, advertência. Quarta, pensamentos. Quinta, segunda chance. A vivacidade volta de onde tinha parado estimulando ainda mais as investidas que resultou no que não fora esperado, por mim. Trocas, visões, contato, tato... Confusão. Beija, não beija, beija, não agora não, beija, não beija... Ah! Não beija então. Água, vento, água, vento e água. Impulso. Beija. Será? não, não beija, agora? não, af beija, não deixa pra lá. Línguas, palavras, conversas... Beija.
Parte cinco:
Mesmice. Amor, sexo,sexo, sexo, sexo e amor. Coisas novas, idéias novas, fantasias novas, posições novas e um gosto bom, muito bom. A troca de afagos era ótima, a troca de apegos também, os melhores que já sentir por ter sentindo em outros tempos e pode-los compará-los, o que é feio pra se colocar em uma categoria. Mas posso dizer que sim, coloquei-os em categorias, sem nenhuma resistência. Recordação eterna, ou não, só na pele. O que eu sentia começou a crescer e cada vez que isso me acontecia mais insegura eu ficava, não comigo óbvio, mas com os fatos e isso me pegou completamente mesmo amando-a. E amei ou amo, sei lá, mas foi verdadeiro.Eu o sentia, eu o via, eu o tocava, eu o ouvia, eu o provava, o amor. Sexo constante, desejos constantes. As coisas sempre são diferentes, fato, mas essa diferença era boa, era inovadora, saciável e além do mais desejosa, com gosto de mais, de sempre.
Parte seis:
Loucura. Insanidade. Impaciência. Desconfianças. E revira voltas. Não entendo ninguém entende, você entendeu?
Parte sete:
Grand Finale. Simples e rápido, feito a velox, é, isso mesmo, pelo Messenger, meu caro. Acorda, pensa, dorme, pensa. Acabou! Agora¿ Nada e tudo, ou nada e só um tico, ou nada e nada. Ou tudo e tudo, ou tudo e um tico, ou tudo e nada. Ano Novo e quem se importa?

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